Dez razões pelas quais a igreja não passará pela grande tribulação

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Como vimos antes, existem várias linhas, correntes e métodos de interpretação escatológica. Muitas dessas interpretações não crêem no arrebatamento da igreja, outras crêem nisso, mas acham que a igreja deverá passar pela grande tribulação (não crêem no arrebatamento pré-tribulacional), visto que não há versículo algum na Bíblia que de maneira direta diga que a igreja deverá ser arrebatada antes da grande tribulação. Em meio a todas as discussões escatológicas vejamos dez argumentos porque os futuristas pré-milenistas pré-tribulacionistas (interpretação darbyana – de John Nelson Darby) crêem que a igreja não passará pela grande tribulação.

• Os três primeiros argumentos (1 a 3) mostram que a vinda de Jesus se dará em duas fases distintas, a primeira para arrebatar sua igreja, e a segunda para se manifestar ao mundo ímpio.

• O argumento 4 mostra a duração do período da grande tribulação.

• Os argumentos 5 e 6 mostram a quem se destina a grande tribulação.

• O argumento 7 mostra que a igreja não está destinada à grande tribulação.

• Os argumentos 8 e 9 mostram porque é necessário o arrebatamento da igreja antes da grande tribulação.

• O argumento 10 mostra algumas tipologias que tratam do arrebatamento da igreja.

1. Por definição da palavra “vinda” já podemos ver que o arrebatamento e a manifestação de Cristo são dois fatos distintos

Quando a Bíblia se refere à volta de Jesus emprega sempre a palavra “vinda”, em grego:

parousía ( = vinda, chegada, presença, volta, visita real, chegada de um rei: aparece 24 vezes no Novo Testamento). Segundo John Walwoord, do Seminário Teológico de Dallas, e também Souter, Tognini e outros, o termo designa a vinda de um rei para visitar uma cidade ou parte de seus domínios e abrange dois fatos diferentes: harpázo e phanérosis.

• Harpázo ( = eu arrebato, tomo à força, tiro: aparece 14 vezes no NT) se refere à saída de uma comissão de pessoas proeminentes da cidade a ser visitada pelo rei, a fim de se encontrar com ele (o rei), a caminho, e depois acompanhá-lo em direção à cidade.

• Fanérosis (do verbo = eu manifesto, compareço, sou conhecido: aparece 51 vezes no NT) se refere a apresentação visível desse rei na cidade a ser visitada, e acompanhado pela comissão de seus cidadãos que foi encontrá-lo no caminho.

As três palavras acima (parousía, harpázo e fanérosis) estão relacionadas à vinda de Cristo:

Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor , de modo algum precederemos os que dormem… depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. (1Ts 4.15, 17 ARA).

então, será revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro da sua boca e o destruirá pela manifestação da sua vinda . (2Ts 2.8 ARA).

Em grego há muitas palavras para falar vinda ou vir , mas quando se refere à vinda de Cristo, os autores bíblicos sempre empregam o termo parousía que abrange essas duas fases, como, por exemplo, em Mt 24.3, onde os discípulos perguntam: “Que sinais haverá da sua vinda e do fim do mundo?” A pergunta é dupla:

• “Sinais da sua vinda” se referem ao período que vai do princípio das dores até ao arrebatamento da igreja (Mt 24.4-13).

• “Sinais do fim do mundo” se referem ao período da grande tribulação até a manifestação de Cristo (Mt 24.14-31). O termo fim do mundo não quer dizer fim do mundo físico, mas sim fim da presente ordem (ou desordem) estabelecida no mundo.

Essa dupla divisão de Mt 24 em períodos distintos nos é apresentada pelo próprio contexto desse capítulo, sendo clássica dentro do pré-tribulacionismo:

mas aquele que perseverar até o fim será salvo (uma alusão ao arrebatamento). E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim (uma alusão à manifestação). (Mt 24.13-14 NVI).

2. Harmonização das referências bíblicas

Só é possível harmonizar todas as referências bíblicas que falam da segunda vinda de Cristo se aceitarmos que a mesma se dará em duas fases distintas, caso contrário, teremos contradições irreconciliáveis. Vejamos alguns casos onde poderíamos ter tais contradições:

1. Em Jo 14.3 e 1Ts 4.17 vemos que Jesus vem buscar seu povo (a igreja) para estar para sempre com ele.

Em Cl 3.4; Zc 14.4-5 e Jd 14-15 vemos que quando Cristo se manifestar, seu povo (a igreja) se manifestará juntamente com ele.

Obviamente isso só será possível se antes a igreja tiver ido ao seu encontro.

2. Continuando o item anterior, vemos em 1Ts 4.16-17 que no arrebatamento Jesus só vem até as nuvens e os santos irão ao seu encontro.

Em Zc 14.4-5 vemos que quando Jesus se manifestar, descerá sobre o Monte das Oliveiras, a leste de Jerusalém, acompanhado de seus santos.

3. Em 1Co 15.52; 1Ts 4.16-17 e Rm 8.23 lemos sobre a ressurreição dos mortos e a transformação dos vivos. A seguir todos são arrebatados de modo brusco e instantâneo, sem que ninguém se aperceba até que tudo já tenha acontecido.

Em Mt 24.30 e Ap 1.7 vemos que a manifestação de Cristo será lenta. Haverá um sinal muito grande no céu e todos o verão e se lamentarão.

4. Em Hb 9.27-28 lemos que Jesus virá segunda vez sem pecado somente para aqueles que o esperam para a salvação (confirme com Rm 13.11; 1Pe 1.5).

Na manifestação de Cristo (Mt 25.31-46), ele não virá para consumar a salvação para ninguém, mas, sim, para julgar os que ficaram e sobreviveram à grande tribulação (Jl 3.11-14).

5. Apocalipse capítulos 2 e 3 são interpretados como um resumo da história da igreja no decorrer dos séculos. Os caps. 1 a 3 mencionam 19 vezes a palavra igreja. Em Ap 4.1 vemos na pessoa de João uma figura da igreja já arrebatada, e nos capítulos 4 e 5 vemos os santos (a igreja) no céu diante de Deus e do Cordeiro. Esses dois capítulos não mencionam a palavra igreja, pois os santos que forem para o céu (os glorificados) abrangem além da igreja, os santos da antiga aliança (Antigo Testamento) e, também, os santos mortos da grande tribulação.

Os capítulos 6 a 18 de Apocalipse se referem à grande tribulação e nesse trecho não é mencionada a palavra igreja nenhuma vez, o que implica que ela já não estará aqui nesse período, embora haverá remanescentes de santos e novos conversos durante o período.

Somente após Ap 19.7-9 a igreja volta ser citada por ocasião da manifestação de Cristo, mas, literalmente, a palavra igreja só voltará a ser citada uma única vez em Ap 22.16.

6. Em continuação ao item anterior, vemos em Ap 19.7-9 a igreja reunida para as bodas do Cordeiro (ver também Mt 25.10).

Em Ap 19.11-14, logo após as bodas do Cordeiro, Jesus vem com seus santos para implantar seu reino sobre a terra. Obviamente isso só será possível se seus santos já estiverem antes com ele.

7. Paulo diz em Tt 2.13 (ARA) que aguardamos do céu duas coisas importantes e distintas:

• “aguardando a bendita esperança” (o arrebatamento), e também

• “a manifestação da (em) glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus.” (ver ainda Mt 24.30).

8. Paulo em 1Co 15.51 diz que o arrebatamento é um mistério (ver também Ef 3.2-10) por dois motivos:

• Em primeiro lugar, porque nunca foi mencionado no Antigo Testamento sendo, portanto, algo desconhecido para os judeus.

• Em segundo lugar, porque é impossível dizer quando o arrebatamento ocorrerá (ver item 3, a seguir).

Em Dn 9.25-27 vemos que a manifestação de Cristo não é um mistério, por dois motivos:

• Em primeiro lugar, porque é mencionada no Antigo Testamento (Dn 7.13-14; Is 52.8).

• Em segundo lugar, porque uma vez que ocorra o arrebatamento e o tratado de paz entre a besta e Israel será perfeitamente possível determinar quando ocorrerá a manifestação de Cristo (ver item 4, a seguir).

3. O arrebatamento não pode ser determinado com precisão quando ocorrerá

Acabamos de ver que o arrebatamento não pode ser determinado quando ocorrerá, mas é algo eminente. O próprio Senhor Jesus diz que virá como ladrão da noite (Mt 24.42-44; Ap 3.3; 16.15), ou seja, é impossível determinar quando virá, portanto o arrebatamento só pode ser pré-tribulacional.

Se o arrebatamento fosse pós-tribulacional ou midi-tribulacional poderia ser facilmente determinado quando ocorreria, pois em Dn 9.27 vemos que a grande tribulação tem duração fixa de sete anos (ver item 4, a seguir) e que começará com o tratado de paz entre a besta e Israel, portanto quando esse tratado ocorrer, os pós-tribulacionistas e os midi-tribulacionistas já saberiam como calcular, a fim de saber quando ocorreria o arrebatamento.

4. A duração do período da grande tribulação

Em Mt 24.15 e 21 vemos que a grande tribulação também é chamada de abominação da desolação.

Comparando-se Mt 24.15, 21 com Dn 9.27 (e também 8.13; 11.31 e 12.11) vemos que a grande tribulação corresponde à semana setenta da profecia do anjo Gabriel ao profeta Daniel.

As setenta semanas aí mencionadas correspondem a semanas de anos, portanto a grande tribulação, ou semana setenta, terá duração de sete anos. Os adeptos do midi-tribulacionismo alegam que a abominação da desolação corresponde apenas à segunda metade da semana setenta, que é a grande tribulação propriamente dita. Porém, se analisarmos Dn 9.27 com atenção, veremos que a semana setenta divide-se em duas partes distintas:

• A primeira metade será um período de paz aparente e terá duração de 1260 dias (Ap 11.3).

• A segunda metade será a grande tribulação propriamente dita e terá a duração de 1260 dias (Ap 12.6), ou quarenta e dois meses (Ap 11.2; 13.5), ou três tempos (anos) e meio (Dn 7.25; 12.7; Ap 12.14).

Portanto a duração total do período da grande tribulação será de sete anos, o que confirma a identificação com a duração da semana setenta de Daniel.

5. A grande tribulação visa o povo impenitente de Israel

Em Dn 9.24 o anjo Gabriel diz que setenta semanas estão destinadas ao seu povo (ao povo de Daniel, portanto aos israelitas) e à sua santa cidade (Jerusalém). Gabriel também diz que essas setenta semanas visam purificar Israel de seus pecados, preparando-o para sua restauração (Dn 9.25-26, comparar com Jr 30.4-11 e com Dt 4.29-30).

Embora a igreja seja chamada de Israel de Deus (Gl 6.16), literalmente ela não é Israel e, portanto, a grande tribulação não é destinada a ela. Além disso, vale acrescentar que a igreja não precisa de qualquer período de tempo ou de tribulação para se purificar de seus pecados, pois quem está em Cristo já está limpo de suas transgressões (2Co 5.19).

De acordo com Dn 9.25-26 vemos que há um intervalo de tempo entre a semana 69 e a semana 70. Esse intervalo de tempo corresponde à dispensação da graça ou da igreja.

6. A grande tribulação visa os povos gentios impenitentes

Ap 6.15-17 e Jr 30.8-9 identificam a grande tribulação como sendo o período da “ira de Deus”. Por outro lado, em 2Ts 2.10-12 vemos que a ira de Deus é destinada a todos os que não quiseram a salvação. A igreja não está destinada à ira, mas para a aquisição da salvação (1Ts 5.4-9; 1.9-10; Rm 5.9), e nem precisa de um período de tempo para se purificar de seus pecados, pois quem está em Cristo já está limpo de seus pecados (2Co 5.19).

Vale acrescentar que de acordo com 1Ts 4.13-5.9 a “ira de Deus” será derramada sobre a humanidade após o arrebatamento da igreja. Por fim, vemos em Is 26.20-21 que o povo do Senhor ficará abrigado até a “ira de Deus” passar.

7. Jesus exorta a igreja a vigiar a fim de escapar da grande tribulação

Todas as referências bíblicas que falam da grande tribulação sempre se referem a Israel impenitente ou, então, aos gentios igualmente ímpios. Em nenhuma dessas referências há qualquer menção da igreja, vejamos: Dt 4.29-31; Is 13.9-13; Jr 25.29-33; 30.4-11; Ez 20.33-39; Dn 9.24-27; 12.1-2; Mt 24.15-31; 1Ts 1.9-10; 5.4-9; 2Ts 2.3-11 etc. É curioso observar que de Ap 6.1 a 18.24 temos o período que corresponde a Grande Tribulação, e nesse trecho a igreja não é mencionada nenhuma vez, sendo mencionada novamente (de maneira indireta) somente em Ap 19.7-8 por ocasião da manifestação de Cristo com seus santos (a palavra igreja só é citada novamente em Ap 22.16).

Obviamente, anterior à grande tribulação haverá o “princípio das dores”, o qual a igreja terá de enfrentar (Mt 24.3-13). Quando as dores começarem, isso servirá de sinal para a igreja, indicando que a sua redenção está próxima (Lc 21.28-31).

Jesus exorta a igreja a vigiar para ser digna de estar em pé e poder se livrar de todas as dores que estivem por vir (Lc 21. 34-36).

A igreja de Filadélfia representa a igreja fiel do final dos tempos. Vemos em Ap 3.10 que a mesma será livrada da grande tribulação que há de vir sobre o mundo e não sobre a igreja fiel de Jesus.

8. É necessário que haja a retirada da igreja para que se inicie a grande tribulação

Uma personagem marcante do período da grande tribulação será a besta mencionada em Ap 6.1-2; 13.1-10 e 2Ts 2.3-12. No entanto, antes é necessário que o Espírito Santo seja retirado para que se manifeste esse homem do pecado (2Ts 2.6-8).

A igreja (e conseqüentemente todos os salvos) é identificada como sendo o templo do Espírito Santo (1Co 3.16-17; 6.19-20; 1Pe 2.4-5). Com a saída do Espírito Santo sai também o seu templo, a sua habitação, que é a igreja.

Um paralelo tipológico desse fato é encontrado no livro de Gênesis, quando Eleasar (figura do Espírito Santo) foi buscar uma esposa (Rebeca: figura da igreja) para Isaque (figura de Cristo). Eleasar foi buscá-la e voltou com ela, trazendo-a pessoalmente até onde Isaque estava (Gn 24.63-66).

Obs.: Em 2Ts 2.3 vemos que antes é necessário a apostasia (a partida) para que haja a manifestação do homem do pecado. Alguns comentaristas bíblicos não vêm nessa palavra uma referência a um abandono da fé no final dos tempos, mas, sim, uma referência à retirada da igreja da superfície da terra antes da manifestação do Anticristo. A maioria dos pré-tribulacionistas não aceita essa argumentação, crendo que na realidade a palavra se refere realmente a uma apostasia espiritual.

9. Se o arrebatamento fosse no fim da grande tribulação não haveria santos na terra para ingressar no milênio

No milênio haverá pessoas normais, que nascerão, viverão, casarão, gerarão filhos etc. (Is 65.20-25). Se o arrebatamento ocorresse no fim da grande tribulação não sobraria ninguém para entrar no milênio, uma vez que os santos serão retirados com o arrebatamento, e os ímpios não entrarão no milênio, pois serão mortos por ocasião da manifestação de Cristo, antes da instauração do seu reino milenar (Mt 25.31-46).

Jesus nos afirma que o “evangelho do reino” será pregado para que venha o fim (Mt 24.14). A igreja não prega o evangelho do reino e, sim, o evangelho da graça (Ef 2.8). Os judeus convertidos é que pregarão o evangelho do reino (Ap 7.1-4) e isso só será feito após o arrebatamento (Mt 24.13-14, comparar com Rm 13.11; Hb 9.28; 1Pe 2.5).

Os convertidos pela pregação do evangelho do reino durante a grande tribulação, e que sobreviverão à mesma, entrarão no milênio, onde gerarão filhos, que crescerão e casarão e gerarão filhos, os quais crescerão e também casarão e gerarão filhos, e assim sucessivamente, e a população da terra se multiplicará tremendamente (Is 60.22).

10. As tipologias da igreja no velho testamento nos mostram que ela não passará pela grande tribulação

Tipos são pessoas, objetos ou eventos do Antigo Testamento que servem de representação espiritual de pessoas do Novo Testamento. Há tipos que representam Deus (como Abraão, por exemplo); tipos que representam Cristo (tais como: Isaque, José, o tabernáculo etc.); tipos que representam o Espírito Santo (como Eleasar); e há diversos tipos para a igreja, como por exemplo:

1. Enoque representa a igreja arrebatada. Ele andou com Deus e foi arrebatado para não ver a morte que viria com o dilúvio iminente: Gn 5.24; Hb 11.5

2. Noé entrou na arca antes do dilúvio, sendo poupado do juízo e só voltou a pousar na terra após o dilúvio ter passado. Do mesmo modo a igreja entrou (creu) em Cristo e será poupada do juízo da grande tribulação destinado aos judeus e gentios impenitentes e só voltará à terra com Cristo (a arca) após o fim a grande tribulação (compare com 1Pe 3.20-22).

3. Ló foi retirado de Sodoma antes do juízo que destruiu essa cidade e Jesus usa a figura de Ló como comparação para a retirada da igreja antes do juízo que virá sobre o mundo: Lc 17.29-30

4. José se tornou rei, recebeu uma esposa gentia antes da grande fome que se abateu sobre o Egito (Gn 41.45) e só foi reconhecido por seus irmãos quando os mesmos foram a ele durante o período da fome (Gn 45.1,16). Cristo já se encontra glorificado junto ao Pai e receberá sua esposa antes da grande fome que se abaterá sobre o mundo e somente será reconhecido pelos judeus como o Messias quando esses vierem a ele durante a grande tribulação.

5. Moisés recebeu uma esposa gentia (Zípora) enquanto os israelitas, seus irmãos, estavam sofrendo o juízo da escravidão no Egito.

6. Elias foi arrebatado para não ver a morte (2Rs 2.11), sendo ele no Antigo Testamento uma das figuras mais representativas da igreja.

7. Durante a madrugada as estrelas ainda são visíveis até que apareça o sol e as mesmas deixam de brilhar. Jesus é chamado tanto de a estrela da manhã (Ap 22.16) como também de sol da justiça (Ml 4.2). Para a igreja, ele é a estrela da manhã e se manifesta antes. Para Israel, ele é o sol da justiça e se manifestará a seguir.

autor: Pr. Gilson Pinho

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